De acordo com a CPTM, apenas três dos 126 maquinistas previstos para o turno da manhã se apresentaram para trabalhar. A paralisação continua provocando impactos para cerca de 1 milhão de passageiros que utilizam diariamente as linhas afetadas.
Plano de contingência é mantido
Para reduzir os transtornos, o Governo de São Paulo manteve o plano de contingência, com reforço na operação do Metrô e ampliação do sistema Paese, que disponibiliza 195 ônibus para atender os passageiros das linhas paralisadas.
Além disso, a Linha 3-Vermelha do Metrô opera com reforço de trens e maior oferta de viagens nos horários de pico.
Presidente da CPTM comenta a greve
Durante a cobertura da paralisação, o presidente da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Michael Cerqueira, comentou os impactos da greve na operação das linhas afetadas. Segundo ele, a companhia segue adotando medidas para reduzir os transtornos aos passageiros e afirma que o sindicato não está cumprindo a decisão judicial que determina a manutenção de um percentual mínimo de trabalhadores em atividade.
Confira, no vídeo, o posicionamento do presidente da CPTM, Michael Cerqueira, sobre a greve e as medidas adotadas pela companhia.
Governo critica paralisação
Em nota, o Governo de São Paulo afirmou que a greve descumpre decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que determinou a manutenção de 80% do efetivo nos horários de pico e 60% nos demais períodos.
A gestão estadual também voltou a negar que haja demissões decorrentes da concessão das linhas e classificou a paralisação como um movimento de caráter político.
O que acontece agora?
A expectativa é de novas negociações entre representantes dos ferroviários e do Governo do Estado. Enquanto não houver acordo, o plano de contingência permanece em vigor para minimizar os impactos da paralisação aos passageiros.